Uma transmissão ao vivo mostra o CEO da SpaceX, Elon Musk, no dia da oferta pública inicial (IPO) da SpaceX no Nasdaq MarketSite, na cidade de Nova York, EUA, 12 de junho de 2026.
REUTERS/Jeenah Moon
Dizem que foguete não dá ré, mas o da SpaceX dá, e a fortuna de Elon Musk também. O empresário, que já era o homem mais rico do mundo, tornou-se o primeiro trilionário da história graças, em grande parte, à valorização da empresa espacial.
Só que a marca durou pouco: em apenas dois meses, sua fortuna encolheu US$ 146,5 bilhões (R$ 764,65 bilhões), em meio à queda no valor da companhia.
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As ações da empresa recuaram 31% desde a máxima de US$ 201,8 (R$ 1.053,27), alcançada em junho, e Musk é dono de 42% da SpaceX.
Por isso, quando o valor da companhia cai, a participação do empresário também passa a valer menos, e sua fortuna encolhe.
Agora no g1
SpaceX cresce em ritmos diferentes
O primeiro balanço divulgado desde a abertura de capital mostra uma empresa em forte expansão, mas que é formada por negócios com características diferentes entre si.
A receita quase dobrou em um ano, mas a expansão também exigiu investimentos pesados: foram US$ 18,37 bilhões (R$ 95,9 bilhões) em apenas três meses, mais de seis vezes o valor registrado no mesmo período de 2025.
As três principais áreas da companhia crescem em ritmos distintos.
Trilionário por 2 meses: a ‘marcha à ré’ da SpaceX que fez Elon Musk perder bilhões de dólares
