Em tempos de abundância no uso de termos como “automação”, “produtividade” e “inteligência artificial”, alguns negócios buscam prosperar sob a lógica inversa: a das experiências de consumo e produtos autorais com toque humano.
Na busca por experiências de consumo mais autênticas e personalizadas, marcas enfatizam produção local, história e fabricação doméstica, e ganham destaque a partir da associação com autenticidade, qualidade e sustentabilidade.
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A crença de que o interesse por itens que remetam à personalização e ao cuidado individualizado irá pautar o mercado no presente (e futuro) está embasada em dados.
De acordo com uma pesquisa da consultoria McKinsey & Company, 71% dos consumidores esperam interações personalizadas com as marcas das quais adquirem produtos ou serviços.
Trabalho artesanal, escala industrial
A antagonia à hiperautomação em curso no mercado faz da tendência um caminho criativo para diferenciação competitiva. Na Fuel Eyewear, marca brasileira de óculos de sol e grau, essa constatação é o ponto de partida para o modelo de negócio.
