Com início da campanha eleitoral, neste domingo (16), a PF (Polícia Federal) vai intensificar o monitoramento das redes sociais e a segurança dos candidatos à Presidência da República - iniciada no dia 20 de julho. A corporação vai ampliar o acompanhamento de ameaças virtuais e fará avaliações diárias sobre o nível de risco enfrentado pelos presidenciáveis.
A análise será atualizada de acordo com as características de cada compromisso de campanha e com o volume e a gravidade das ameaças identificadas ou recebidas pelas equipes de segurança. O resultado poderá levar à reclassificação do risco atribuído a um candidato e, se necessário, ao reforço do número de policiais responsáveis por sua proteção.
Integrantes da PF envolvidos na operação afirmam que o enquadramento definido inicialmente para cada candidatura não é definitivo. A classificação poderá ser revista ao longo da disputa conforme mudanças nas agendas, aumento da exposição pública ou surgimento de novas ameaças.
Redes sociais
O monitoramento das redes sociais terá papel central na estratégia da corporação. Com a campanha oficial, os candidatos devem ampliar a presença em atos públicos, caminhadas, comícios e outros eventos com grande concentração de pessoas, o que aumenta a complexidade das operações de segurança.
