Filipe Luís, principal contratação do Monaco, sabe que a próxima temporada pode consolidá-lo como um dos novos grandes técnicos da Europa. Para isso, precisa que o time monegasco volte à Liga dos Campeões e convença na defesa e no ataque.
A irregularidade marcou o Monaco na temporada passada, em que Sébastien Pocognoli substituiu Adi Hütter em outubro no comando da equipe.
Após um início complicado, Pocognoli conseguiu colocar o time nos trilhos depois de uma dura derrota por 6 a 1 para o Real Madrid na Champions.
No início da 29ª rodada do Campeonato Francês, o Monaco estava a um ponto do Lille, então terceiro colocado e que iria visitar o Principado na 33ª rodada.
A partir daí, veio um colapso inexplicável. O Monaco desmoronou, e Pocognoli não resistiu no cargo.
O bilionário russo Dmitry Rybolovlev, presidente do clube, não estava nada satisfeito e, independentemente das restrições orçamentárias, deu ordens ao diretor-geral, o brasileiro Thiago Scuro, que estava sob pressão, para reformular tudo e criar uma nova dinâmica.
Filipe Luís, que pendurou as chuteiras no final de 2023 e como treinador brilhou em 2025 à frente do Flamengo, em sua única experiência comandando uma equipe no profissional, tem como missão de conduzir com sucesso essa transição.
Se conseguir, tanto ele quanto o Monaco sairão ganhando. No entanto, grandes desafios virão pela frente, com um elenco menos poderoso do que o da temporada passada.
