O Brasil tem infraestrutura, seleção forte e capacidade de deixar um legado para o futebol. É o que pensa a Fifa sobre a Copa do Mundo Feminina que será realizada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.
Segundo Thiago Jannuzzi, diretor-executivo de operações da Fifa para o torneio que será realizado em oito cidades brasileiras, o país está pronto para receber o Mundial em diferentes aspectos.
“Trazemos os conhecimentos que foram absorvidos no pós-evento e o que não funcionou vamos corrigir no processo para o ano que vem”, disse Januzzi.
PLACAR acompanhou o SP2B, que aconteceu ao longo da semana, no parque do Ibirapuera, em São Paulo, e conversou com Jannuzzi ao final do painel que discutiu exatamente a Copa 2027. Confira os melhores trechos.
O mercado já entende a Copa do Mundo Feminina como um evento rentável? Esse é o segundo ciclo de Copa do Mundo que teremos 32 seleções e, provavelmente, teremos 48 equipes em 2031. A Fifa viu o potencial, investiu nesse potencial e agora está colhendo os frutos. Em 2023, já igualamos o custo entre despesa e receita. Isso demonstra que esse produto está amadurecendo e é cada vez mais rentável. A expectativa agora é que a Copa seja superavitária. É a demonstração de um investimento bem-sucedido. É o melhor exemplo para que outras entidades venham a reboque e repitam o mesmo investimento que a Fifa fez nas últimas décadas. O mais importante é entender que esse não é um investimento de curto prazo.
