Lindsay Clancy durante seu julgamento por homicídio.
AP/Josh Reynolds, Pool
Semanas antes de estrangular seus três filhos, em janeiro de 2023, Lindsay Clancy fez diversas buscas na internet sobre alucinações, psicose e os efeitos colaterais de remédios que estava tomando. A informação veio de uma análise do celular de Clancy, apresentada nesta quinta-feira (13) durante seu julgamento por assassinato.
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Segundo os dados apresentados, no fim de dezembro de 2022 Clancy pesquisou sobre métodos de suicídio, transtorno bipolar e insônia.
Já em janeiro, passou a buscar informações sobre depressão pós-parto. Em outubro do mesmo ano, ela também havia escrito um bilhete detalhado no qual expressava dúvidas sobre suas escolhas como mãe, questionava a decisão de ter parado de amamentar o filho mais novo, então com 8 meses, e reconsiderava os planos do casal de ter um quarto filho.
A defesa argumenta que a ex-enfermeira obstétrica de 36 anos agia sob efeito de transtorno bipolar e psicose pós-parto, uma condição rara que pode alterar a percepção de realidade de mulheres após o parto. Um psiquiatra forense diagnosticou Clancy com essas duas condições depois dos assassinatos.
Médica americana que matou seus três filhos pesquisou antes sobre alucinações, psicose e efeitos de remédios
