O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou nesta sexta-feira (14) os relatos sobre as condições enfrentadas por militares americanos a bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, no Oriente Médio. A embarcação está há mais de 260 dias em missão, um recorde de tempo ininterrupto no mar.
Relatos de marinheiros publicados na imprensa americana relatam uma crise de saúde mental à bordo, com casos de marinheiros que tentaram se jogar no mar. As reportagens citam ainda problemas de abastecimento e relatos de familiares dos militares, preocupados com a duração da missão.
Questionado por jornalistas, Trump rejeitou as alegações e afirmou que mais de 260 dias de operação "não são nem de longe suficientes".
"Esse navio está se deslocando neste momento, ou vai se deslocar muito em breve, e será substituído por outro navio muito parecido”, afirmou Trump.
Esta reportagem está em atualização.
Democratas cobram explicações
O Lincoln participa das operações dos Estados Unidos na guerra contra o Irã. Parlamentares democratas, entre eles os senadores Richard Blumenthal, de Connecticut, e Ruben Gallego, do Arizona, cobram explicações do Pentágono sobre as condições a bordo.
Na quinta-feira (13), o secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que os relatos sobre a situação no porta-aviões foram “completamente distorcidos”.
Trump minimiza crise em porta-aviões e diz que 260 dias no mar 'não são nem de longe suficientes'
