A Anthropic anunciou que os textos gerados por qualquer modelo do Claude receberão uma marca d’água invisível para indicar uso de IA. A medida vale tanto para arquivos escritos do zero e revisões feitas pela ferramenta.
O marcador não pode ser lido por humanos, apenas por máquinas, e não altera o significado do documento original. Ainda que muitas empresas incluam métodos para confirmar geração de IA, o novo recurso da Anthropic é uma forma de atender ao AI Act, conjunto de leis da União Europeia para regularizar a inteligência artificial no bloco de países.
Caso você use o Claude para gerar textos, vale a pena entender como o mecanismo vai funcionar. O Canaltech explica os principais detalhes:
Como o sistema vai funcionar?
Onde a verificação será usada?
O que são metadados?
Dá para burlar a marcação?
Como o sistema vai funcionar?
O Claude vai inserir uma marca d’água imperceptível dentro do próprio texto. O identificador não pode ser visto por humanos e não muda o resultado gerado pela IA, mas pode ser analisado por softwares ou pela própria IA.
A marca d’água faz parte do texto, então será mantida ao copiar e colar o conteúdo em outro lugar ou até fazer edições leves. Edições mais intensas, prints e conversões de arquivo podem remover a marcação final.
