Amapá tem a maior taxa de desemprego do país no 1º trimestre de 2026.
Crystofher Andrade/g1
A percepção de segurança no emprego atingiu o maior nível da série histórica iniciada em junho de 2025.
Segundo a 14ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, no trimestre encerrado em julho de 2026, 59,3% dos trabalhadores disseram ser improvável ou muito improvável perder o principal emprego ou fonte de renda nos seis meses seguintes.
Já 12,1% consideraram provável ou muito provável que isso acontecesse. Os demais não souberam responder.
A parcela dos trabalhadores que não veem risco de perder sua principal ocupação aumentou 4,9% em relação ao mesmo período de 2025 e alcançou o maior resultado desde o início da série.
Na outra ponta, a proporção dos que consideram provável ou muito provável perder o emprego recuou 4,3% na comparação anual, para o menor nível observado nesse período.
Segundo Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV IBRE, os dados reforçam a percepção de um mercado de trabalho aquecido. "A grande maioria dos respondentes da pesquisa continua indicando não ter medo do desemprego nos próximos seis meses", afirma.
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Desemprego permanece baixo
Para Tobler, mesmo com uma possível desaceleração da economia, o desemprego permanece em níveis historicamente baixos e o número de pessoas ocupadas continua crescendo.
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