A defesa do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) afirmou que o apartamento em Petrópolis (RJ), onde policiais federais estiveram nesta sexta-feira, 14, não pertence ao político. Segundo o advogado Carlo Luchione, o imóvel era alugado e o contrato terminou após a saída de Castro do governo.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta manhã, a segunda fase da Operação Sem Refino. Os agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão. A investigação apura fraudes na concessão de licenças ambientais para a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.
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Castro está entre os alvos. Segundo o portal Metrópoles, o ex-governador teria mantido o esquema ligado à refinaria e usado mecanismos de ocultação patrimonial.
Em nota, Luchione disse que a defesa não tinha conhecimento da operação. O advogado também afirmou que a PF não realizou buscas em imóveis vinculados a Castro.
Além de Castro, operação tem outros alvos
A operação também tem como alvos Bernardo Rossi, ex-secretário de Meio Ambiente; Antonio Carlos Santos, ex-assessor do TCE/RJ; Luiz Fernando Gomes, sócio da Enge Prat Engenharia; José Mauro Junior, ex-secretário de Transformação Digital; Mauricio Leite e Ana Carolina Miranda, sócios da 7 Pilares Assessoria.
A investigação apura gestão fraudulenta, lavagem de capitais, sonegação fiscal, evasão de divisas e manipulação de mercado.
