A MBRF encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 69 milhões, queda de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida consolidada somou R$ 40,720 bilhões, alta de 4,9%, enquanto o Ebitda ajustado chegou a R$ 3,203 bilhões, avanço de 5,4%. O volume vendido foi recorde para um segundo trimestre, com 1,969 milhão de toneladas, crescimento de 1,5%.
Do volume total comercializado, 1,253 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado interno, recuo de 3,1% na comparação anual. Já as vendas externas somaram 716 mil toneladas, alta de 10,8%. No faturamento, o mercado doméstico respondeu por R$ 28,010 bilhões, avanço de 0,4%, enquanto a receita com exportações alcançou R$ 12,711 bilhões, crescimento de 16,5%.
No consolidado, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 1,776 bilhão no trimestre, 23% acima do resultado negativo de R$ 1,443 bilhão registrado um ano antes. Segundo a companhia, a piora decorreu de maiores gastos com juros. A dívida líquida consolidada somava R$ 45 bilhões ao fim de junho, alta de 2,4% ante o trimestre anterior e de 19,7% na comparação anual. A alavancagem subiu de 3,37 vezes no primeiro trimestre para 3,41 vezes no segundo, ante 2,74 vezes um ano antes.
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A geração operacional de caixa foi de R$ 2,168 bilhões, com investimentos de R$ 1,411 bilhão e consumo de caixa de R$ 864 milhões.
