A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no 2º trimestre de 2026. Frente ao 1º trimestre deste ano, a desocupação caiu em 13 das 27 UFs (unidades da Federação). Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Trimestral e foram divulgados nesta 6ª feira (14.ago.2026) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Eis a íntegra (7 MB -PDF).
As quedas foram registradas nas seguintes UFs:
Rio Grande do Norte (-1,9 ponto percentual);
Acre (-1,6 p.p.);
Paraíba (-1,6 p.p.);
Tocantins (-1,5 p.p.);
Alagoas (-1,3 p.p);
Minas Gerais (-1,2 p.p.);
Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.);
Goiás (-1,0 p.p.);
Rondônia ( -1,0 p.p.);
Maranhão (-0,9 p.p.);
Espírito Santo (-0,9 p.p.);
Mato Grosso (-0,9 p.p.);
Santa Catarina (-0,6 p.p.).
O Amapá tinha no 2º trimestre a maior taxa de desemprego do país, com 9,8%. Seguido por Bahia (9,1%) e Pernambuco (8,3%).
Santa Catarina era a UF com a menor taxa de desocupação, com 2,1%. Seguida de Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%). Clique aqui para abrir em outra aba.
O resultado de 5,4% do 2º trimestre representa uma queda de 0,7 ponto percentual ante o trimestre anterior (janeiro a março), quando estava em 6,1%. O recuo foi de 0,4 ponto percentual frente ao 2º trimestre de 2025, quando a taxa foi de 5,8%.
A taxa de desemprego por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres no 2º trimestre.
