A Nova Zelândia se tornou, nesta sexta-feira (14), o mais recente país a retirar o apoio à candidatura de Gianni Infantino à reeleição como presidente da Fifa.
A decisão ocorreu após o fracasso do plano de venda de participação em direitos comerciais da entidade, enquanto a Confederação de Futebol da Oceania (OFC) adotou uma postura cautelosa ao defender a atual liderança da organização.
Infantino enfrenta uma revolta aberta depois que três confederações, Uefa, Confederação Asiática de Futebol (Afc) e Concacaf, pediram uma revisão de sua liderança e criticaram sua conduta durante a elaboração do plano que previa a entrada de investimentos privados nas competições da Fifa.
O suíço buscará um quarto mandato à frente da entidade máxima do futebol mundial no Congresso da Fifa do próximo ano. As confederações africana e sul-americana já declararam que mantêm o apoio ao dirigente.
A Nova Zelândia, único país da OFC classificado para a Copa do Mundo deste ano, informou que retirou o apoio a Infantino e defendeu que a análise da proposta de venda de participação seja conduzida de forma independente, diante da perda de confiança na liderança da Fifa.
“Pedimos uma revisão independente especificamente porque não queremos que isso seja simplesmente uma espécie de análise interna e superficial.
