Quem tem cachorro em casa sabe que encontrar pelos espalhados pelo chão, sofá e tapetes faz parte da rotina. Embora essa perda seja natural, ela também pode ser o primeiro sinal de que algo não vai bem com a saúde do animal.
Assim como acontece com os seres humanos, a queda de pelos dos cachorros é um processo fisiológico. Os fios passam por um ciclo contínuo de crescimento e renovação. Quando esse ciclo ocorre de forma equilibrada, os pelos que caem são substituídos por novos e a pelagem é mantida uniforme e saudável.
Não existe um número considerado normal de pelos que devem cair por dia. A intensidade dessa troca varia de acordo com a raça, idade, tipo de pelagem, alimentação, clima e até a estação do ano.
Em muitos cães, principalmente aqueles de pelagem dupla, como Husky Siberiano, Golden Retriever, Pastor Alemão e Labrador, é comum ter períodos de troca mais intensa durante a primavera e o outono. Nessas épocas, a quantidade de pelos espalhados pela casa pode aumentar sem que isso represente um problema de saúde.
Quando a queda deixa de ser normal
A principal diferença entre a queda fisiológica e a patológica, ou seja, aquela que indica um problema de saúde, está na forma como ela acontece.
Na troca natural, os pelos caem de maneira distribuída pelo corpo e a pele permanece sem falhas, vermelhidão ou irritação. Já quando a perda é excessiva, localizada ou acompanhada por outros sinais, ela merece atenção.
