A Polícia Militar (PM) não perseguiu o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo de São Paulo, Fernando Haddad. É o que constata apuração inicial da corporação divulgada na noite desta quinta-feira, 13.
A PM instaurou investigação preliminar para apurar uma suposta abordagem indevida. A apuração se deu a partir de denúncia feita por Haddad. De acordo com o petista, o carro em que ele estava teria sido supostamente alvo de uma ação policial "ostensiva", "intimidatória" e "fora do padrão" na noite de terça-feira 11.
Ainda conforme o político PT, o caso teria ocorrido nas proximidades de sua casa, no bairro Planalto Paulista, na zona sul da cidade de São Paulo. Na ocasião, ele estava acompanhado do motorista e de um advogado que integra a equipe de sua campanha.
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Oeste apurou que, apesar do relato, o petista não informou o número da placa da viatura da PM que teria sido responsável pela perseguição. A reportagem também teve acesso ao boletim de ocorrência que constata a realização de operação policial na região no momento da suposta abordagem, na ocasião, seis celulares furtados foram apreendidos pelas forças de segurança.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) afirma que, por ora, não há nada que corrobore a denúncia de Haddad. Mesmo assim, a pasta afirma que a investigação sobre o caso seguirá ativa.
