O Senado aprovou 16 operações de crédito externo para Estados e municípios, que somam chegam a quase US$ 2 bilhões. Os financiamentos serão contratados com instituições internacionais e terão garantia da União. A votação ocorreu no plenário da Casa na tarde desta quinta-feira, 13.
As operações precisam do aval dos senadores porque Estados e municípios não podem contratar diretamente empréstimos externos sem autorização. Antes de chegar ao Congresso, os pedidos passam pela análise do governo federal, responsável por encaminhar as mensagens que autorizam a apreciação dos financiamentos pelo Senado.
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A cidade de São Paulo concentra o maior volume aprovado, com três operações que, juntas, chegam a aproximadamente US$ 701 milhões, todas junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A maior delas, de de quase US$ 497 milhões, vai ser destinada ao Programa de Redução da Emissão de Gases Poluentes, voltado à eletrificação da frota de ônibus da capital.
Pouco mais de US$ 205 milhões vão ser destinados à prefeitura paulistana serão aplicados no Programa de Reestruturação e Qualificação da Rede Hospitalar e de Atenção Especializada.
O município de Belo Horizonte aparece em seguida entre os maiores beneficiários, com financiamento de US$ 204 milhões, também do BID, para ações de recuperação ambiental e saneamento de fundos de vale e córregos em leito natural.
