Na bolsa de Nova York, o contrato futuro do açúcar para entrega em outubro fechou a sessão desta quinta-feira (13) com alta de 2,44%, cotado a 16,82 centavos de dólar por libra-peso.
Segundo a Barchart, a alta foi sustentada pelas preocupações com os impactos do clima sobre a produção global de açúcar.
Na Europa, a seca e as temperaturas elevadas devem reduzir a produção da União Europeia e do Reino Unido para 14,98 milhões de toneladas neste ano, o menor volume em 11 anos, de acordo com dados da S&P Global Energy.
Na Índia, as condições climáticas também seguem no radar dos investidores. Segundo o Departamento Meteorológico da Índia, o acumulado de chuvas da temporada de monções, entre junho e setembro, estava 12% abaixo da média até 13 de agosto.
Apesar do déficit, o cenário representa melhora em relação ao registrado em 30 de junho, quando as precipitações estavam 42% abaixo do normal.
Em 31 de julho, o Departamento Meteorológico da Índia havia informado que as chuvas durante agosto e setembro provavelmente ficariam abaixo da média. O Ministério de Ciências da Terra do país também alertou que a temporada de monções deste ano pode ser a mais fraca em 11 anos.
A Índia é o segundo maior produtor de açúcar do mundo, e a temporada de monções é considerada fundamental para o desenvolvimento das lavouras de cana.
Cacau
O contrato futuro do cacau para entrega em setembro encerrou o dia com leve baixa de 0,10%, negociado a US$ 5.719 por tonelada.
