A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou um monitoramento das atividades de Donald Trump e das grandes empresas de tecnologia em razão do temor de interferências externas nas eleições de 2026.
De acordo com apuração da âncora Tainá Falcão, detalhada durante o Bastidores CNN desta quinta-feira (13), a preocupação foi manifestada pelo próprio Lula em reunião com ministros e ex-ministros, na qual o tema da influência digital sobre o processo eleitoral ocupou posição central nas discussões.
“Lula admitiu essa preocupação com uma eventual interferência externa na disputa, sobretudo por meio dessas plataformas digitais, com possíveis mudanças nos algoritmos das redes sociais”, destacou Tainá.
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A reunião contou com a presença dos ex-ministros Camilo Santana e Renan Filho, do ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira, entre outros integrantes do grupo político próximo ao presidente.
No entorno do presidente, já está mapeado o receio de que Trump possa exercer influência sobre as eleições brasileiras por meio da relação dos Estados Unidos com empresas de tecnologia.
“Uma das preocupações é a possibilidade de alteração nos algoritmos às vésperas das eleições, e isso acabar ampliando a propagação de determinados conteúdos durante a campanha eleitoral”, afirmou Tainá.
