O contrato de Memphis Depay voltou ao centro das discussões sobre as finanças do Corinthians. Em debate acalorado, comentaristas divergiram sobre o peso do atacante holandês na crise financeira do clube alvinegro e sobre os reais benefícios que ele trouxe à equipe.
O contrato e a polêmica em torno dos valores
O comentarista Raul Moura defendeu que a própria contratação de Memphis pelos valores praticados já era um equívoco desde o início. “O Corinthians hoje não comporta um jogador pelo valor que foi”, afirmou.
A visão foi contestada por Rafael Oliva, que argumentou que o contrato foi estruturado de forma atrelada ao desempenho do jogador. “Augusto Melo fez um contrato pensando: o Corinthians está na situação que está, vamos fazer um contrato em que, se ele marcar 20 gols, ele vai ganhar X milhões, se ele ganhar título, vai ganhar 4 milhões”, explicou.
Para Oliva, o contrato foi mal elaborado, mas a dívida gerada existe justamente porque Memphis cumpriu o que foi acordado. “O Memphis só tem essa dívida porque ele jogou bola no Corinthians”, destacou, acrescentando que o retorno financeiro proporcionado pelo atleta, estimado em mais de 200 milhões de reais apenas em receitas de títulos, já justificaria os pagamentos realizados.
Retorno esportivo e impacto na autoestima do torcedor
Além dos números, o debate também destacou o impacto emocional e simbólico da passagem de Memphis pelo clube. “O mais importante, na minha visão, é a autoestima de volta ao torcedor.
