A alienação de ativos e a desalavancagem, com foco na manutenção de níveis considerados saudáveis, estão entre as principais prioridades da Suzano. Durante teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre de 2026, executivos da companhia afirmaram que a estratégia é priorizar a geração de valor e a captura de ganhos de eficiência antes de avançar em movimentos mais agressivos de investimentos.
Para o segundo semestre, a companhia mantém uma perspectiva positiva para os mercados de celulose e papel, apoiada pela expectativa de resiliência operacional e de demanda, estabilização dos estoques e maior competitividade dos custos.
O CEO da Suzano, Beto Abreu, destacou o fechamento da aquisição da Arbex em 1º de julho. Segundo ele, as estruturas de governança e gestão já foram implementadas e, agora, a companhia concentra esforços na integração dos negócios e na captura de ganhos de eficiência.
Abreu também reforçou que a empresa seguirá concentrada no controle dos desembolsos operacionais e da alavancagem. Para o segundo semestre, a expectativa é de aumento da demanda e melhora das vendas, além do cumprimento do guidance de custo caixa.
“Continuamos esperando uma demanda maior no segundo semestre e, claro, vendas melhores”, afirmou o executivo. Ele acrescentou que a Suzano já espera capturar ganhos de eficiência com a operação da Arbex ao longo dos próximos meses.
