Os porta-aviões USS Abraham Lincoln e um B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos realizaram manobras conjuntas em junho de 2019
Brian M. Wilbur/Forças Armadas dos EUA
Marinheiros a bordo do porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln tentaram pular no mar em meio a um destacamento com duração recorde e sem previsão para voltar para casa, segundo o jornal britânico "The Guardian".
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Os incidentes ocorreram em meio a crise de saúde mental causada por um destacamento prolongado decorrente da guerra do Irã, informou reportagem do "Guardian" baseada em relatos de esposas a veículos norte-americanos especializados em questões militares. Ao menos três militares tentaram pular no mar em incidentes separados e foram detidos por outros marinheiros, segundo a apuração.
O USS Abraham Lincoln partiu de San Diego em novembro de 2025 para uma missão no Pacífico programada para durar sete meses. No entanto, o porta-aviões foi redirecionado para o Oriente Médio em janeiro de 2026 em meio à escalada de tensões dos EUA contra o Irã. A embarcação permaneceu na região desde então, sem previsão para retornar para casa,a guerra também não tem perspectiva de ser finalizada.
Com isso, os cerca de cinco mil tripulantes a bordo do USS Abraham Lincoln estão há mais de 250 dias consecutivos no mar, o que é um recorde para um destacamento militar em porta-aviões norte-americano nos tempos modernos.
Marinheiros de porta-aviões dos EUA tentaram pular no mar após 250 dias embarcados, diz jornal
