O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) repassou R$ 32,4 milhões do Fundo Rio Doce para custear ações de gestão em sete unidades de conservação federais. As iniciativas são de responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e decorrem do Novo Acordo do Rio Doce, voltado à reparação do rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 2015, em Mariana (MG).
Os recursos estão enquadrados no anexo 17 do acordo, destinado a iniciativas ambientais. Entre as áreas contempladas está a Floresta Nacional de Goytacazes, em Linhares (ES), com 1,4 mil hectares de Mata Atlântica. As outras seis unidades ficam em área costeiro-marinha.
No Espírito Santo, receberão recursos a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, a Reserva Biológica de Comboios, a APA Costa das Algas e o Refúgio de Vida Silvestre de Santa Cruz. Na Bahia, serão atendidos o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos e a Reserva Extrativista de Cassurubá.
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Segundo Maria Fernanda Coelho, diretora de Crédito Digital para MPMEs e Gestão do Fundo do Rio Doce, o valor total do projeto é de R$ 76,54 milhões, com novas liberações previstas até 2028.
