O Google oficializou nesta quarta-feira, 12, a sua mais nova geração de smartphones Pixel 11 a um preço US$ 100 mais caro, citando uma escassez “sem precedentes” de chips de memória.
Os novos aparelhos têm preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começam a ser vendidos a partir do dia 20 de agosto.
Lucro líquido da Copasa soma R$ 275,5 milhões no segundo tri
Deutsche Bank é escolhido para operar "clearing" de yuan na União Europeia
Presidente de Angola irá ao Brasil em setembro em busca de investimentos
O Google já havia alertado no final do mês passado que uma alta sem precedentes nos custos de memória pressionaria os preços de seus mais recentes dispositivos.
A forte demanda dos data centers de IA (inteligência artificial) compete pela capacidade de produção de semicondutores, elevando os custos para os fabricantes de smartphones.
Bolha de IA? Entenda o que está por trás da queda das ações | RESENHA DO DINHEIRO
A nova linha é construída em torno do processador Tensor G6 do Google e do mais recente modelo Gemini Nano, com o Google afirmando que o chip consegue processar tarefas de IA no próprio dispositivo até 3,5 vezes mais rápido, consumindo até 3,5 vezes menos energia.
O chip também melhora a navegação na web em 25% e a abertura de aplicativos em 15%, segundo a empresa.
Inteligência artificial está substituindo humanos, mostra pesquisa
