Terremoto na Colômbia: entenda como é feito trabalho de resgate nos escombros
A Colômbia é um dos países com maior atividade sísmica da América Latina. Segundo o Serviço Geológico Colombiano (SGC), são cerca de 80 terremotos por dia. A maioria, entretanto, é imperceptível para a população. Mas o tremor da última segunda-feira (10) foi muito mais forte que todos os outros já presenciados pelo colombiano Andrés Salinas, de 34 anos.
Morador da cidade de Cali - uma das mais afetadas pelo abalo -, ele contou ao g1 que estava parado no sinal vermelho quando sentiu algo bater no pneu de trás de sua motocicleta. Virou-se para conferir se outro veículo tinha amassado a traseira, mas não viu nada. Voltou-se para frente e percebeu que as placas da rua, o semáforo, as árvores da calçada: tudo estava balançando.
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“As pessoas começaram a sair dos carros porque não era possível andar daquela maneira. Os ônibus que estavam ali perto também chacoalharam. E isso durou uns quatro minutos”, relatou.
Devido ao encontro das placas tectônicas de Nazca, Sul-Americana e do Caribe, tremores são recorrentes no país. O que muda é a frequência e a intensidade, que variam conforme a área e as características de cada evento.
Andrés afirma que já vivenciou outros terremotos.
Sobrevivente de outros terremotos dá relato sobre tragédia na Colômbia: 'Muito, muitíssimo mais forte'
