Após acordo homologado no STF, empréstimo bilionário para tentar salvar BRB não sai do papel
Representantes do governo federal, do governo do Distrito Federal e dos maiores bancos do país se reúnem, na tarde desta quinta-feira (13), em mais uma rodada de conciliação para tentar destravar um empréstimo bilionário para salvar o patrimônio do Banco de Brasília (BRB).
A reunião foi pedida pelo governo do DF, que é acionista majoritário do BRB e, por isso, será o tomador do empréstimo. A governadora Celina Leão (PP) acusa os órgãos federais de "inércia" no tratamento do tema - o que gerou reclamações públicas do ministro da Fazenda, Dario Durigan.
A nova rodada de entendimentos será mediada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, relator da controvérsia no tribunal.
Em maio, Fux homologou um acordo que estabeleceu as condições básicas para o crédito. Quase três meses depois, no entanto, a contratação do empréstimo segue travada.
O governo do DF tem pressa em conseguir o dinheiro. Entre outros motivos, porque o BRB não divulga seus balanços periódicos há um ano e vem sendo multado pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários.
O g1 explica abaixo:
o que gerou a crise do BRB;
o que prevê o acordo;
por que o empréstimo segue travado;
como deve ser a reunião desta quinta;
o que acontece com o BRB sem o empréstimo.
Representantes do DF, da União e do BRB anunciam acordo após reunião
TV Globo
O que gerou a crise do BRB?
BRB, União, DF e bancos retomam conciliação no STF nesta quinta para tentar destravar empréstimo; entenda o que está em jogo
