Abel Ferreira disse que a decisão do árbitro de expulsar Andreas Pereira no empate do Palmeiras por 1 a 1 diante do Cerro Porteño, nesta quarta-feira, foi “muito rigorosa”. O treinador também reconheceu a falta de eficiência da equipe no duelo de ida das oitavas de final da Libertadores, que aconteceu no Nubank Parque, em São Paulo (SP), e saiu em defesa de Carlos Miguel.
“Tendo em conta o adversário e todos os agarrões que o árbitro permitiu, acho que a expulsão, pelo que foi o jogo, foi muito rigorosa se compararmos, por exemplo, com a entrada do jogador do nosso adversário no Roque na primeira parte, quando nem na bola toca, simplesmente acerta na perna do nosso jogador”, declarou Abel.
“Viram agressão do Andreas no jogador adversário? Alguém cotovelo na cara, murro no peito? Se o Andreas deu murro no rosto ou corpo, mas quando um jogador passa o jogo inteiro a agarrá-lo e ele simplesmente tira a mão e leva um vermelho, acho que foi excessivo.
Abel Ferreira também comentou sobre um lance em que os jogadores do Cerro Porteño reclamaram de pênalti de Carlos Miguel.
“Mas se o Carlos Miguel tocou, o árbitro ou o VAR deveria ter marcado”, seguiu.
Abel sai em defesa de Carlos Miguel
Andreas Pereira foi expulso aos 30 minutos do segundo tempo após um lance com Klimowicz, em que o árbitro entendeu que foi atingido pelo jogador palmeirense em um lance sem bola. O Verdão abriu o placar seis minutos depois e sofreu o empate nos acréscimos após falha de Carlos Miguel.
