A China definiu como prioridade para os próximos cinco anos o aumento da segurança alimentar e da produção doméstica. Essa estratégia surge em um momento em que o Brasil nunca exportou tanto para o mercado chinês, ao mesmo tempo que abre espaço para novas oportunidades.
Demanda por produtos de valor agregado
A tendência é que a China se torne mais seletiva nas importações, com maior demanda por produtos de valor agregado. Nesse cenário, o agro brasileiro pode ampliar sua presença no país asiático.
Dados das exportações brasileiras
No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou 58 bilhões de dólares para a China.
Esse valor representa um aumento de quase 22% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Oportunidades no mercado chinês
Embora a China se prepare para importar menos no geral, o plano quinquenal destaca a diversificação da oferta e a busca por produtos de maior valor agregado. Isso significa que haverá uma redução na importação de grãos a granel e um aumento na demanda por café, frutas e alimentos processados.
Abertura de novos mercados
Em julho deste ano, a China liberou a entrada de polpas e frutas congeladas do Brasil, um fato inédito que abre um novo mercado. O plano quinquenal deixa claro que a China continuará comprando do Brasil, que é um parceiro estratégico devido à eficiência do agro brasileiro.
