A Polícia Federal investiga Rui Costa Pimenta, candidato do PCO à Presidência da República, por suspeitas relacionadas às prestações de contas eleitorais e partidárias da legenda. Em junho, a corporação apontou possíveis irregularidades referentes aos anos de 2020, 2022 e 2023.
Pimenta também preside o PCO. Segundo a PF, as contas analisadas apresentam inconsistências, omissões e possíveis fraudes contábeis. A investigação também identificou indícios de contratação de fornecedores ligados ao partido sem comprovação dos serviços.
Operação contra Rui Pimenta apura uso de recursos públicos
Nesta terça-feira, 11, Pimenta foi alvo da Operação Causa Própria, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura um possível esquema de desvio de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
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No relatório, a PF atribui a Pimenta responsabilidade pelas contas apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de participação na organização financeira das campanhas e nas contratações e despesas sob investigação.
A corporação também cita a possibilidade de inserção ou validação de informações consideradas inconsistentes nas prestações de contas.
Pimenta chama operação de ilegal
Em uma transmissão ao vivo, o candidato criticou a ação da Polícia Federal e afirmou que a operação não representa o Estado de Direito.
