Os índices ligados ao agronegócio, às empresas estatais e a segmentos considerados defensivos lideraram os ganhos da B3 no primeiro semestre de 2026, segundo levantamento divulgado pela bolsa nesta quarta-feira (12).
O Índice Futuro Boi Gordo registrou a maior valorização do período, de 16,38%, seguido pelo Índice de Estatais, com alta de 15,96%, e pelo Índice de Utilidade Pública, que avançou 10,89%. O índice de Utilidade Pública reúne empresas dos segmentos de energia elétrica, saneamento e gás.
Entre os dez índices com melhor desempenho entre janeiro e junho também aparecem o Índice de Governança, com alta de 8,37%; o MidLarge Cap, que subiu 7,92%; e o IDEB Ultra Qualidade DI, com avanço de 7,64%.
Completam a lista o IBrX 50, com alta de 7,43%; o índice Letra Financeira S1 D1, que avançou 7,30%; e os índices Tesouro Selic Low Turnover e Tesouro Selic, ambos com valorização de 7,05%.
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, acumulou alta de 6,76% no semestre.
O ranking também mostra uma participação relevante da renda fixa entre os ativos de melhor desempenho. Dos dez índices que mais subiram no período, quatro pertencem à categoria, em um cenário de juros ainda elevados e busca dos investidores por alternativas de menor risco.
Mudança de perfil
O desempenho do primeiro semestre de 2026 contrasta com o registrado no mesmo período do ano passado.
