Meta, YouTube, TikTok e Snapchat enfrentam milhares de processos nos Estados Unidos por supostamente prejudicar crianças e adolescentes. As empresas rejeitam as acusações e dizem adotar medidas para proteger os usuários mais jovens.
Segundo a Reuters, estados, distritos escolares e indivíduos levaram as empresas aos tribunais. Os casos podem resultar em multas, indenizações e mudanças no funcionamento das plataformas.
Estados levam Meta aos tribunais
Quase todos os estados americanos já processaram empresas de redes sociais, alegando que elas criaram serviços capazes de manter jovens conectados por longos períodos e não fizeram o suficiente para protegê-los.
No Novo México, a Meta foi acusada de falhar na proteção de jovens contra exploração sexual no Instagram, Facebook e WhatsApp. O estado também afirmou que a companhia enganou consumidores sobre a segurança das plataformas.
Em março, um júri determinou o pagamento de US$ 375 milhões (cerca de R$ 1,94 bilhão). Depois, um juiz concluiu que a Meta havia criado um problema de interesse público no estado e ordenou mais US$ 567 milhões (aproximadamente R$ 2,93 bilhões), além de medidas de segurança para jovens. A empresa pretende recorrer.
No Tennessee, outro processo contra a Meta está em julgamento. Já na Califórnia, uma ação federal começa em 12 de agosto e envolve Colorado, Kentucky, Califórnia e Nova Jersey.
Distritos escolares entram na disputa
Mais de 1.000 distritos escolares também abriram processos.
