O banco central da China afirmou que vai manter uma política monetária adequadamente frouxa e a adotar novas medidas práticas e eficazes de forma tempestiva, mas evitou sinalizar cortes explícitos às taxas de juros ou de compulsório.
O Banco do Povo da China fará pleno uso das políticas existentes, planejará e implementará prontamente medidas adicionais, intensificará ajustes contracíclicos e ampliará os esforços para estimular a demanda interna, informou o banco central em seu relatório trimestral de implementação da política monetária.
O banco central reforçará a coordenação das políticas monetária e fiscal para apoiar o crescimento econômico e a estabilidade das operações do mercado financeiro.
“A base para um ritmo estável e positivo da economia ainda precisa ser consolidada”, disse o banco central.
O ambiente global continua complexo e volátil, com crescimento mundial fraco, desaceleração do comércio e pressões inflacionárias importadas elevando os preços em muitos países.
Internamente, a China ainda enfrenta desequilíbrio entre oferta forte e demanda fraca, à medida que novos desafios se somam a problemas antigos, afirmou o banco.
Os líderes chineses prometeram, em uma reunião realizada em julho, apoiar a economia acelerando no segundo semestre os gastos fiscais em projetos de infraestrutura já orçados, em vez de lançar grandes novas medidas de estímulo.
