É difícil encontrar hoje alguém que não use computação em nuvem, mesmo sem perceber. Assistir a uma série na Netflix ou salvar um arquivo para acessar depois em outro aparelho são exemplos do dia a dia: por trás disso, servidores, armazenamento e softwares são entregues sob demanda pela internet, sem ocupar espaço no computador do usuário.
Vindo dos antigos diagramas de engenharia de redes, onde uma nuvem desenhada representava a internet ou uma rede externa, o conceito evoluiu tanto que se descolou da ideia de rede pública, dando origem também à nuvem privada e à nuvem híbrida no mundo corporativo.
Desde o lançamento dos primeiros serviços da Amazon Web Services (AWS) em 2006, a corrida comercial para a nuvem não parou de crescer. Segundo a Gartner, maior consultoria de tecnologia do mundo, os gastos globais com nuvem pública somaram US$ 723,4 bilhões em 2025 e devem crescer 21,3% em 2026.
Confira, a seguir, como cada tipo de nuvem funciona na prática, quais são as vantagens e os riscos de cada uma, e quando faz sentido escolher pública, privada ou híbrida.
Como funciona a computação em nuvem e quais são seus tipos?
Por trás da computação em nuvem, existe uma espécie de ilusão de óptica da engenharia de software: a virtualização, um truque que divide a realidade física em realidades digitais independentes.
