Ronaldo Édison Richard, réu em uma ação penal relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023, morreu aos 63 anos nesta segunda-feira, 10, em Santa Rosa (RS). Segundo informações da família repassadas pelo advogado José Aristeu de Sousa a Oeste, a causa da morte foi um infarto.
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Richard respondia ao processo em liberdade e não usava tornozeleira eletrônica. De acordo com Sousa, ele aguardava o julgamento do caso. O advogado afirmou que agora reúne a documentação para comunicar a morte ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Richard em maio de 2025 por associação criminosa armada, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. O STF recebeu a denúncia.
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Defesa afirma que Richard não esteve em Brasília no 8/1
A PGR acusou Richard de financiar uma caravana que saiu do Rio Grande do Sul com destino a Brasília. A defesa, contudo, sustentava que ele não esteve na capital federal durante os atos nem pagou pela viagem, tendo apenas assinado uma autorização para a saída do ônibus da garagem. O custeio do veículo teria sido dividido entre os próprios passageiros.
Na peça apresentada ao STF, a defesa descreveu Richard como réu primário, de bons antecedentes, trabalhador e com residência fixa.
