A Cury, uma das maiores construtoras do Minha Casa Minha Vida, apresentou lucro líquido de R$ 270,5 milhões no segundo trimestre de 2026, montante 14,3% maior do que no mesmo período de 2025.
A melhora no lucro decorreu, principalmente, do avanço na construção dos empreendimentos, o que contribuiu para receita recorde. No setor, o faturamento é contabilizado de modo proporcional ao andamento das obras. Além disso, a Cury reajustou os preços dos imóveis para compensar a inflação, buscando preservar as margens de lucro.
“O primeiro semestre de 2026 foi marcado por resultados operacionais robustos, refletindo a consistência da estratégia da companhia e a disciplina na sua execução.
Mantivemos elevados níveis de lançamentos, vendas e forte geração de caixa, reforçando os diferenciais do nosso modelo de negócios”, afirmou a administração da Cury, na sua apresentação dos resultados.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 387,0 milhões, aumento de 19,8% na comparação anual. A margem Ebitda foi a 22,9%, recuo de 1,1 ponto porcentual (p.p.).
A receita operacional líquida somou R$ 1,691 bilhão, crescimento de 25,5% e um patamar recorde. Segundo a empresa, a receita foi impulsionada pelos avanços na produtividade das obras e pelo foco contínuo em eficiência ao longo de toda a operação.
A margem bruta atingiu a marca de 39,5%, baixa de 0,1 ponto porcentual. A margem líquida foi a 16,0%, queda de 1,6 p.p.
