A Viveo registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 21,265 milhões no segundo trimestre de 2026, montante 52% menor que os R$ 44,2 milhões registrados um ano antes. No acumulado do ano, o prejuízo ajustado foi de R$ 56,581 milhões, queda de 13,2% em relação ao mesmo período de 2025.
Segundo a empresa, a redução é explicada pelo avanço das receitas no segmento de Hospitais e Clínicas, além da expansão das margens operacionais no período. A unidade registrou receita líquida de R$ 2,2 bilhões no trimestre encerrado em junho, alta de 10,8% na comparação anual.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado foi de R$ 216,6 milhões no segundo trimestre, alta de 21,8% ante o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, o indicador somou R$ 424,8 milhões, avanço de 25,9% em relação a um ano antes.
A receita líquida consolidada da Viveo foi de R$ 2,9 bilhões no segundo trimestre, aumento de 3,4% na comparação anual. Nos seis primeiros meses de 2026, a receita somou R$ 5,7 bilhões, alta de 2,5% ante o mesmo período de 2025.
“Tivemos um crescimento de receita que foi puxado principalmente pela divisão que tem maior volume, que é Hospitais e Clínicas. Muito crescimento de medicamentos, grandes clientes”, disse a vice-presidente de Estratégia, Relações com Investidores e de M&A da Viveo, Flávia Carvalho.
A Viveo encerrou junho com alavancagem de 3,73 vezes, redução de 0,6 ponto porcentual em relação a um ano antes.
