A cantora Anitta, 33, tem sido assunto no cenário da música brasileira após o lançamento do álbum “EQUILIBRIUM II”, disponibilizado nas plataformas digitais em 23 de julho deste ano.
Em meio às faixas, “Okê” se destaca por unir tradição, referências e uma composição sonora que une diferentes elementos instrumentais. Segundo o produtor musical Carlos do Complexo à Universal Music, a canção celebra a força e a resistência dos povos indígenas ao unir funk 150 BPM, música eletrônica e uma sonoridade dançante.
A letra cita diferentes povos originários e reforça imagens ligadas à mata, à ancestralidade e à sobrevivência, enquanto o visual da música propõe um encontro entre natureza, tecnologia e diversidade. Além disso, o próprio nome da canção reúne ancestralidade, já que “Okê” é a saudação aos caboclos e encantados da mata.
A música reúne ainda o Brô MC’s, um grupo de rap Guarani e Kaiowá, e a cantora e ativista indígena Katu Mirim.
Em entrevista recente à Universal Music, Anitta afirmou que a proposta da música era unir a energia da natureza e a tecnologia.
“Transformamos a floresta em pista de dança. É um dos meus visuais preferidos por mostrar essa rave de corpos diversos e livres, sabe? Rompendo com estereótipos associados aos povos originários e deixando claro que não existem inovação sem respeito à ancestralidade indígena”, disse a cantora.
