A colheita do milho segunda safra em Mato Grosso está próxima do fim, com 99,10% da área cultivada já colhida, segundo o IMEIA. No entanto, algumas regiões ainda enfrentam dificuldades devido às chuvas que atrasaram os trabalhos e à falta de espaço para armazenar a produção.
Desafios enfrentados pelos produtores
Os produtores em Campos de Júlio, no oeste do estado, estão correndo contra o tempo para concluir a retirada dos últimos talhões. As chuvas prolongaram a colheita e comprometeram a qualidade dos grãos, com relatos de milho avariado devido à umidade excessiva.
Chuvas atrasaram o ritmo das máquinas.
Umidade comprometeu a qualidade dos grãos.
Falta de espaço para armazenar a produção é um desafio significativo.
Impacto da infraestrutura na colheita
A falta de investimentos em infraestrutura de armazenagem tem gerado transtornos nas propriedades rurais. De acordo com o sindicato rural, as empresas compradoras não ampliaram a capacidade de recebimento, resultando em dificuldades para escoar a produção.
A saída do grão do município está mais demorada.
Alguns armazéns ainda não finalizaram a colheita da soja.
A carência de investimentos é considerada o maior gargalo para os produtores.
Produtividade e qualidade do milho
Apesar dos desafios, os produtores comemoram boas produtividades nesta safra. No entanto, a incidência de chuvas também trouxe problemas, como o aumento de grãos avariados devido a doenças na espiga e manejo inadequado.
