A Samsung apresentou seus novos celulares dobráveis ao mercado brasileiro na última quinta-feira (06), e um dos modelos anunciados foi o Galaxy Z Fold 8. Agora com uma tela externa menor e mais larga, ele tem a proposta de agradar quem não gosta do painel “minúsculo” do Flip, mas não gosta do formato estreito do Fold tradicional.
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Fui ao lançamento dos celulares, e saí de lá com uma unidade do Galaxy Z Fold 8 “normal”. Justamente esse que está na boca do povo. O modelo de tela pequena e mais larga, popularmente conhecido como “formato de passaporte”.
Eu, como amante de celulares grandes (como Galaxy S Ultra e iPhone Pro Max) e fã da linha Fold, fiquei curioso com essa proposta e confesso que me surpreendi ainda mais do que já esperava.
Este não é um texto de primeiras impressões, e também não é um review completo. É a primeira de uma série de análises que pretendo trazer sobre este celular. Nesta primeira, falarei sobre como o Galaxy Z Fold 8 pode ter ressuscitado, de vez, algo que as últimas gerações de smartphones mataram: os telefones com telas pequenas.
Quem são os “órfãos” das telas pequenas?
Quem prefere celulares pequenos ficou praticamente sem opções nos últimos anos. Modelos como iPhone 13 mini, Google Pixel 4a ou Galaxy S10e (se quiser forçar um pouco, já que este beirava as 6 polegadas) agradavam aqueles que queriam um celular potente, mas não gigante.
