Muito se discute sobre o quão abusivo é o modelo de monetização de DLCs, com razão, mas pouco se fala de conteúdos que genuinamente transformam e enriquecem a jornada do título original. Ao longo dos anos, a própria sigla acabou acumulando um estigma negativo por culpa da própria indústria de videogames e de suas práticas predatórias.
Desenvolvido pela Cygames, Granblue Fantasy: Relink - Endless Ragnarok entra para a lista das raras exceções. É um exemplo a ser seguido de como as publicadoras podem (e devem), sim, cobrar pelo trabalho extra de seus desenvolvedores, desde que o impacto das novidades se justifique, o que nem sempre acontece.
Em um momento de hardware e jogos cada vez mais caros, colocar na balança os prós e contras de um lançamento virou uma tarefa árdua, mas o rigor dobra ao avaliarmos DLCs. Além do impacto no bolso, vale a pena revisitar uma experiência que já conhecemos, ainda que sob outra ótica? Para a expansão de Granblue, a resposta é um categórico sim.
Veteranos, sintam-se em casa
Se você está por fora, Granblue Fantasy: Relink é um RPG de ação adaptado do game mobile de mesmo nome, que até hoje conserva seu prestígio em terras nipônicas. Em nossa análise original, que flertou com a nota máxima, o grande Bruno Magalhães classificou Relink como um spin-off competente e que eleva a série a novos horizontes.
