A OpenAI anunciou, nesta segunda-feira, a expansão do Daybreak, seu serviço de defesa cibernética lançado no início deste ano, e apresentou junto a ele um novo modelo de inteligência artificial (IA) treinado especificamente para tarefas de segurança digital.
O movimento ocorre em cenário de proliferação de ataques conduzidos por agentes de IA, incluindo invasões ao Hugging Face, a um site de academia e a criação de perfis falsos para engenharia social.
O Daybreak reúne acesso a modelos, ferramentas e fluxos de trabalho voltados para profissionais de defesa. Com a expansão, o serviço passa a operar em dois níveis, Blue e Red, ambos oferecendo a clientes aprovados acesso aos modelos de fronteira da empresa, que anteriormente funcionavam com restrições significativas sobre o que os usuários podiam fazer com eles.
Modelos de fronteira são os mais avançados disponíveis e já foram alvo de controvérsia: a administração Trump chegou a buscar colaboração com empresas de IA para o lançamento desse tipo de modelo, citando preocupações com segurança.
