A JBS registrou prejuízo líquido de US$ 102,1 milhões no segundo trimestre de 2026, revertendo o lucro líquido de US$ 528,1 milhões apurado no mesmo período de 2025.
O lucro líquido ajustado somou US$ 218,3 milhões entre abril e junho, queda de 62,3% ante os US$ 578,4 milhões registrados um ano antes.
De abril a junho, o EBITDA ajustado chegou a US$ 1,257 bilhão, e a maioria das unidades de negócio da companhia apresentou melhora sequencial de rentabilidade, apesar dos desafios persistentes no segmento de carne bovina nos Estados Unidos.
A receita líquida alcançou US$ 23,90 bilhões no trimestre, alta de 14,00% ante os US$ 20,99 bilhões registrados no segundo trimestre de 2025. O crescimento foi puxado principalmente pela JBS Austrália, com alta de 30,0% no faturamento, pela JBS Brasil, com avanço de 28,0%, pela Seara, que cresceu 18,2%, e pela JBS América do Norte, com aumento de 14,2%. Segundo a companhia, o resultado reflete a capacidade de capturar demanda em mercados como China, Oriente Médio e Brasil.
O CAPEX, indicador dos investimentos realizados pela companhia, somou US$ 612,5 milhões no segundo trimestre, alta de 36,3% em relação aos US$ 449,5 milhões aplicados no mesmo período de 2025.
O fluxo de caixa livre ficou positivo em US$ 129,7 milhões no segundo trimestre, ante resultado negativo de US$ 54,9 milhões um ano antes.
