O tufão Dolphin atingiu a costa leste da China neste domingo, 9, com ventos de até 151 km/h. O fenômeno provocou um rastro de enchentes, alagamentos e destruição em diversas províncias do país.
Considerado o ciclone tropical mais forte a atingir o país em 2026, o tufão levou mais de um milhão de pessoas a deixarem as suas casas localizadas em áreas de risco, principalmente nas regiões costeiras do leste chinês.
Tufão exige estado de alerta
A tempestade tocou o solo inicialmente na província de Zhejiang, nas proximidades da cidade de Yuhuan. Pouco depois, voltou a atingir o continente mais ao sul.
Embora a tempestade tenha perdido força e sido rebaixada para tempestade tropical, o Dolphin continuou provocando chuvas intensas em cidades como Xangai, Jiangsu, Anhui e Shandong. Autoridades mantiveram alertas para enchentes e deslizamentos de terra.
Em Xangai, a passagem do tufão causou um dos episódios de chuva mais intensos já registrados na cidade. A estação meteorológica de Xujiahui acumulou mais de 312 milímetros de precipitação em apenas 24 horas, o maior volume desde o início das medições, em 1872.
Ruas ficaram completamente inundadas, bairros foram tomados pela água e o transporte sofreu forte impacto. Os dois aeroportos da cidade cancelaram cerca de 940 voos, afetando milhares de passageiros e interrompendo parte das operações aéreas da metrópole chinesa.
