A plataforma de vídeos YouTube anunciou nesta segunda-feira (10) mudanças no programa de monetização. A partir de fevereiro de 2027, as regras serão mais rígidas para canais que ainda não fazem parte e desejam integrar essa categoria de vídeos com monetização.
No geral, ficou mais difícil para atingir o mínimo necessário para começar a receber parte da receita gerada com anúncios ou assinaturas. Ainda assim, o YouTube garante que espera "pagar mais aos criadores" depois das novas regras do que ao longo deste ano.
Atualmente, são quase 3 milhões de criadores de conteúdo envolvidos no YouTube Partner Program (YPP), que já existe há duas décadas e contempla tanto os vídeos tradicionais quanto a exibição de Shorts. A ideia do serviço é ter uma curadoria de conteúdo e parceiros mais ‘premium’, com investimento especial para TVs.
Os novos critérios do YouTube para criadores
A partir de fevereiro de 2027, criadores com 10 milhões de visualizações em Shorts considerados qualificados para monetização nos últimos 90 dias poderão ganhar receita com esse formato.
Além disso, no caso de canais convencionais, será necessário atingir os seguintes critérios:
Ao menos 1 mil inscritos no canal;
8 mil horas qualificadas de visualização nos últimos 12 meses ou 20 milhões de visualizações em Shorts nos últimos 90 dias.
As regras atuais também demandam a mesma quantidade de 1 mil usuários inscritos, mas exige metade das horas de conteúdo assistidas para qualificar o canal ao YPP.
