Alerta de spoiler: o texto a seguir contém spoilers da 3ª temporada da série “A Casa do Dragão”.
Ao longo da terceira temporada de “A Casa do Dragão”, assistimos Rhaenyra Targaryen tentando descobrir como manter o poder em suas mãos após ter finalmente conseguido se sentar no Trono de Ferro. O último episódio da temporada parece consolidar o caminho para se tornar uma governante que não tem mais receio em derrubar sangue ou cuspir fogo.
Após tantos episódios em que a rainha tentou evitar uma guerra a todo custo, a notícia de que Aegon está de volta com seu dragão Sunfyre parece ser decisiva para que Rhaenyra abrace o lado sombrio dos Targaryen e mande Daemon e seu exército para exterminar os Hightower que tentam desafiar seu lugar no trono. Ela dá um passo a mais em direção à tirania e decide executar o Alto Septão que se recusa a reconhecê-la como governante legítima dos Sete Reinos.
Algumas mortes depois, o destino da personagem selado neste último episódio parece lembrar os fãs da história vivida por uma de suas descendentes: Daenerys Targaryen. A protagonista de “Game of Thrones” incendiou Porto Real e sua população no final da série para se consolidar no poder, e sua virada de heroína para vilã foi um dos pontos mais marcantes - e criticados - da série que fez sucesso na década passada.
Para o co-criador e showrunner de “A Casa do Dragão”, Ryan Condal, a comparação parece inevitável. Afinal, a história da família Targaryen no universo criado por George R.R.
