O Universo ganhou o maior mapa 2D já produzido. O levantamento reúne 5,6 trilhões de pixels e quase 4 bilhões de objetos celestes, principalmente estrelas e galáxias, em uma representação que cobre cerca de 75% do céu.
Produzido pela equipe do DESI Legacy Imaging Surveys, o mapa está disponível para consulta pública e pode ser explorado por pesquisadores, astrônomos amadores e curiosos interessados em investigar o cosmos.
Um mapa gigantesco e aberto ao público
Na prática, o levantamento funciona como uma fotografia detalhada do céu. Ele registra onde estrelas e galáxias aparecem e o quanto elas brilham, permitindo observar o Universo extragaláctico sem a interferência da poeira e das estrelas da Via Láctea.
A base reúne 263.407 exposições feitas por três levantamentos terrestres: Dark Energy Camera Legacy Survey (DECaLS), Mayall z-band Legacy Survey (MzLS) e Beijing-Arizona Sky Survey (BASS). Também foram incorporados anos de observações do satélite WISE, da NASA, além de outros dados públicos.
5,6 trilhões de pixels;
quase 4 bilhões de objetos celestes;
cerca de 75% do céu mapeado;
263.407 exposições combinadas.
Quando você trabalha hoje com objetos astronômicos, geralmente começa abrindo o Legacy Imaging Viewer para ver o que está observando.
David Schlegel, um dos líderes do Legacy Surveys e cientista do Lawrence Berkeley National Laboratory, em nota.
