Você está pensando em trazer um carro híbrido para a garagem? Se sim, vai levar em conta alguns fatores importantes antes de fechar negócio, como as diferenças operacionais e custos "escondidos" na arquitetura do carro e suas baterias entre os modelos disponíveis no mercado brasileiro.
Sozinhos, os híbridos vêm sustentando crescimento consistente nas vendas. O aumento sugere que os motoristas no Brasil seguem atraídos por benefícios interessantes para o bolso, como menor consumo de combustível, isenções fiscais e até de rodízio.
Claro, esses benefícios são interessantes, mas a complexidade mecânica dessas diferentes arquiteturas exige uma análise rigorosa do perfil de uso. É que, se o proprietário não alinhar seus hábitos de direção ao sistema elétrico escolhido, pode se deparar com um carro mais pesado e menos eficiente que o bom e velho motor a combustão.
Dicas antes de comprar um carro híbrido
O mercado brasileiro divide-se principalmente entre híbridos leves (MHEV), plenos (HEV), plug-in (PHEV) e elétricos com extensor de alcance (EREV). Os modelos leves têm geradores auxiliares acionados como apoio para as arrancadas, enquanto os plenos alternam a tração elétrica de forma autônoma no trânsito.
Já as versões plug-in do tipo PHEV, como o BYD Song Plus, exigem recargas frequentes na tomada; caso contrário, o motor a combustão precisa sustentar o peso das baterias descarregadas, ou seja, o consumo de combustível aumenta.
