O Pix pode ganhar espaço além das fronteiras brasileiras. O Banco Central avalia conectar o sistema de pagamentos instantâneos a plataformas semelhantes de outros países, o que pode facilitar e baratear operações internacionais.
A discussão avança enquanto o Pix enfrenta questionamentos do governo dos Estados Unidos, que incluiu o sistema em uma investigação comercial sobre práticas consideradas injustas.
Pix pode ganhar conexões internacionais
O Banco Central informou que autoridades discutem conexões bilaterais e a participação em estruturas multilaterais de pagamentos. A proposta é aproximar o Pix de sistemas instantâneos de outros países.
Segundo o relatório, essa integração poderia reduzir custos, acelerar transações, ampliar o acesso e melhorar a transparência dos pagamentos internacionais.
A posição representa um avanço em relação ao relatório de gestão do Pix publicado pelo BC em 2023. Naquele documento, a instituição afirmava apenas que o sistema “pode, no futuro” ser integrado a plataformas internacionais de pagamentos instantâneos.
O movimento também já envolve outros países. Em julho, o Banco Central informou à Reuters que havia firmado acordos de compartilhamento de informações sobre o Pix com 65 instituições estrangeiras, incluindo Alemanha, Canadá, África do Sul e Turquia.
Sistema mudou os pagamentos no Brasil
Lançado no fim de 2020, o Pix transformou o mercado brasileiro de pagamentos.
