O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reuniu nesta quinta-feira (6), na Rio Innovation Week, representantes do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), da Marinha do Brasil e da Petrobras para debater iniciativas de prevenção e resposta aos efeitos do El Niño. O painel tratou da articulação entre ciência, financiamento, monitoramento ambiental e capacidade operacional diante da possibilidade de um evento forte ou muito forte em 2026/2027.
O debate foi moderado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e concentrou iniciativas voltadas à antecipação de riscos, à proteção de pessoas e infraestruturas e à aceleração da resposta em emergências.
No painel, foi ressaltada a necessidade de o país avançar de uma atuação reativa para uma estratégia permanente de prevenção, preparação e pronta resposta. Entre os efeitos citados para o ciclo 2026/2027 estão chuvas intensas, enchentes e deslizamentos no Sul; secas severas e incêndios no Norte e no Nordeste; além de altas temperaturas, chuvas irregulares, insegurança hídrica e energética e impactos sobre a agricultura em diferentes áreas do Brasil.
