Brad Pitt, 62, se mostrou aberto ao uso de inteligência artificial em produções cinematográficas em alguns casos.
Para o ator, a IA pode ajudar se usada como uma ferramenta, especialmente em filmes de baixo e médio orçamento para a criação de efeitos visuais, por exemplo.
“Há muita resistência à IA, mas a IA será justamente o que ajudará esses filmes, com orçamentos de 40 a 90 milhões de dólares, a serem produzidos”, disse Pitt em uma entrevista à revista americana Esquire. “Será um experimento muito interessante”.
No entanto, Pitt se mostra reticente quanto ao uso da IA para substituir atores, tema que vem gerando controvérsia entre artistas e cineastas em Hollywood.
“Depende de quem está criando, quem está por trás disso, quem está contando a história. Quem está dizendo: ‘Quero ver essa emoção nele’, e então sendo capaz de analisar o que a IA oferece e dizer: ‘Quero mais nessa direção’ e adaptando dessa forma”, afirma. “Então, eles até poderiam, mas o resultado final pode não ser exatamente o que eu encontrei e descobri durante o processo.”
Ator se recusa a falar sobre divórcio
Na entrevista, o ator revelou que teve pensamentos suicidas durante um período difícil da vida. Questionado pela repórter se se referia aos filhos, que vêm retirando o sobrenome do ator, ele desconversou.
“Assuntos de família. Podemos parar por aqui“, afirmou.
Pitt e Angelina Jolie se conheceram em “Sr. e Sra.
