O grupo investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por planejar ataques durante o período eleitoral de 2026 tinha o Palácio do Planalto entre seus principais alvos e chegou a discutir uma ação durante o debate do segundo turno das eleições. Novos detalhes da investigação, revelados pelo Fantástico, da TV Globo, mostram que os suspeitos compartilhavam informações sobre prédios públicos de Brasília e discutiam ações violentas contra instituições.
A apuração identificou dois grupos no Telegram usados para as conversas. O maior reunia mais de 600 participantes, enquanto outro espaço, mais restrito, contava com 46 integrantes. Segundo a reportagem, pessoas que demonstravam maior envolvimento eram direcionadas ao segundo grupo, no qual as discussões avançavam para o planejamento de ações.
Entre as mensagens obtidas pelos investigadores, uma delas sugeria que os participantes deveriam “listar os principais alvos para garantir o sucesso da revolução”. Em outra conversa, integrantes mencionaram a intenção de atacar o local onde seria realizado o debate entre os candidatos que chegassem ao segundo turno. Um dos grupos utilizava uma imagem de perfil de Adolf Hitler, ex-líder do partido nazista durante os anos 30-40.
Palácio do Planalto era alvo
A investigação apontou o Palácio do Planalto como um dos principais alvos discutidos pelo grupo.
